Catequese sobre os(Extraído do livro Liturgia diária
Procissão de Entrada
Não devemos nos esquecer que a Missa começa já desde quando o povo se reúne, formando e constituindo a assembléia, que é a Igreja, ou seja, o povo de Deus – O CORPO MISTICO, do qual Cristo é a cabeça e nós somos os membros (ef 1,22-23). Jesus nos ensinou que “onde dois ou três se reúnem em seu nome, ele está presente no meio” (Mt 18,20).
Quando a Igreja estava em seus inícios e era freqüentemente perseguida, a comunidade se reunia em segredo, escondida nas casas ou nas catacumbas. Eram reuniões modestas, quase que familiares. A partir do século terceiro, quando o cristianismo ganhou cidadania no império romano, as Basílicas, que serviam de templo para as celebrações da religião imperial, foram adaptadas e transformadas em Igrejas cristãs. Isso possibilitou celebrações litúrgicas mais solenes e pomposas. É nesse contexto que começa a ter significação a procissão de entrada.
O Bispo e os outros ministros que o acompanhavam e entravam no templo e dirigiam-se ao altar. Esse cortejo foi ganhando com o tempo maior brilhantismo e significado simbólico. Sacerdotes, Ministros e leigos reunidos para a celebração Eucarística formam a Igreja Oficial, ou seja, aquela ação que ali será realizada será uma Liturgia.
A procissão representa o povo de Deus que caminha. Esse ato imita simbolicamente nossa caminhada de fé, rumo a morada permanente. Por isso, logo a frente, alguém leva uma cruz. Outro, geralmente um diácono, um pouco mais atrás, leva erguido o Evangeliário. Os ministros fazem reverencia ao altar e beijam-no. O livro que contem os textos dos evangelhos é colocado sobre o altar. O sacerdote, nas Missas solenes, incensa o altar em sinal de reverencia. Tanto o altar quanto o evangeliário são sinais de Cristo, assim como o próprio Sacerdote.
Veja a Programação da Novena de São Maximiliano
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Frades Franciscanos Conventuais de Águas Lindas de Goiás